134 – Crise de Lealdade

ASSUNTO: Fidelidade a Deus diante das provas.

OBJETIVO: Levar a igreja a decidir ser fiel a Deus sob qualquer circunstância.

TESE: Eu posso ser fiel a Deus em qualquer situação.

TEXTO: Daniel 3: 15 – 18.

      “Responderam Sadraque, Mesaque e Abdenego ao rei: Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos ti responder. Se o nosso Deus, a quem nós servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste.”

 

INTRODUÇÃO:  

Em nossos dias as pessoas tem enfrentado crises de todos os tipos. Mas não foi muito diferente no passado, as pessoas nos tempos do A. T. viviam muitas crises: Crises existenciais,  crise política, crise econômica e até mesmo crise religiosa.

Esta última era muito comum naqueles dias e assim como em nossos dias. Crise religiosa. A religião verdadeira, a lealdade a Deus e Seus preceitos, sempre fizeram e fazem a diferença. As pessoas em todos os tempos sentem dificuldades em permanecerem fiéis a Deus.

   O  capítulo 3 de Daniel nos conta uma história que ilustra a convicção  de que o sofrimento, a perseguição e se necessário à morte é preferível do que afastar-se de Deus, cometer pecados ou desonrá-Lo.

Cerca do ano 606 A.C. Nabucodonosor invade Jerusalém e leva cativos alguns dos jovens das famílias nobres de Israel…  (Fazer breve comentário).

Alguns jovens Hebreus são tirados de maneira brutal de suas famílias, de seu povo, do seu país e levados para servir ao rei no seu palácio

ILUSTRAÇÃO:

11 de setembro de 2001, homens fiéis até morte. Por uma causa errada, injusta e equivocada. (breve comentário sobre o atentado às torres gêmeas em Nova York).

Mas por outro lado, sempre existiram homens que permaneceram fiéis a Deus mesmo diante da ameaça de morte.

I – COMO SADRAQUE, MESAQUE E ABDENEGO.

Distantes de casa, de suas famílias, de seus amigos e quem sabe do pastor da igreja, aqueles jovens estavam no mundo, em Babilônia LITERAL . Prisioneiros do rei, mas gozavam de liberdade para fazer o que bem entendessem de suas vidas.

Agora para satisfazer o seu ego, o seu orgulho, o rei ordena da Babilônia ordena construção de uma grande estátua  de ouro, cerca de 30 metros de altura. E a imagem colossal deveria ser adorada e reverenciada por todos.

APLICAÇÃO: Quantas vezes nos encontramos em “Babilônia”, em uma terra estranha, distantes dos nossos amigos, pais, irmãos, pastor da igreja, ancião etc. e somos convidados a adorar estátuas? Qual é a nossa atitude diante destes convites? 

II – DIANTE DE UMA SITUAÇÃO DIFÍCIL.

Convida a todas as autoridades do reino. (v.2, 3 e 4)

Todos, pobres e ricos, livres e escravos, grandes e pequenos tinham que se curvar e adorar ao ídolo de Nabucodonosor, rei de Babilônia.

A grande reunião acontece na planície de Dura, nas proximidades de Babilônia.

 

APLICAÇÃO: Muitas vezes nos encontramos em lugares estranhos, rodeados de gente estranha, e não nos sentimos na obrigação de permanecermos fiéis aos nossos princípios (v. 16 e 17.), ou até mesmo nos sentimos envergonhados de mostrar que somos crentes.

III – TOMANDO A DECISÃO CERTA

 

E agora o rei avisa aos jovens hebreus que a música seria tocada novamente…

O mundo vive sempre “tocando a música da tentação” e  da traição, do “não tem nada a ver”. Os convites ao pecado e à infidelidade a Deus são constantes… e as massas vivem sempre se prostrando. Poucos são os heróis que se rebelam contra a corrente da opinião e da prática pública. 

Aqueles jovens não precisavam desafiar o rei…. eles poderiam simplesmente se abaixar e no meio daquela multidão e ninguém ia perceber que eles não estavam odorando à imagem, e assim eles salvariam as suas vidas… ou quem sabe eles poderiam pensar: “ninguém aqui nos conhece mesmo, nós vamos é cair na farra…”  Mas eles tinham um compromisso de fidelidade a Deus. E  mesmo diante da ameaça de morte eles permaneceram fiéis.

Muitas vezes por coisas muito menores nós negamos a nossa fidelidade a Deus… 

PERGUNTAS PARA CONSIDERAÇÃO:

Como está a minha fidelidade quando sou colocado a prova? 

Quando a “música” da adoração às estátuas modernas tocam, qual a minha atitude? 

Quando mamãe ou papai não estão por perto, como estou me comportando?

ILUSTRAÇÃO:

Tenho um amigo que trabalha em conceituada empresa do Brasil. Mas ele não costumava ir às reuniões que aconteciam aos Sábados. A pouco tempo a trás, o gerente da empresa lhe convidou a participar de uma das reuniões da empresa em outra cidade para tratar de assuntos que era do interesse de todos os 50 representantes, pois a empresa ia mudar o método de trabalho e todos deveriam estar presentes à reunião para saber das mudanças que seriam feitas. Mas o nosso irmão decidiu não ir pois a reunião seria no Sábado.

O gerente disse: – Se você não for será despedido com certeza. Ao que o nosso irmão respondeu: – O Senhor proverá.

Após a reunião o gerente surpreso ligou para o nosso irmão e disse: – Eu não sei o que aconteceu, mas todos os representantes foram despedidos menos você. Que além de permanecer na empresa, agora é funcionário    

Conheço um jovem senhor, ancião de igreja, que foi colocado à prova mas foi fiel a Deus e Ele o abençoou, Pedro Cabral – fidelidade a toda prova!

CONCLUSÃO E APELO:

Permaneça fiel ao seu Deus em todas as situações e Ele será fiel com você. Mesmo no meio de uma multidão infiel e incrédula. Ou quem sabe distante dos olhos de seus pais, seus irmãos, do ancião ou do Pastor de sua igreja, permaneçam fiéis aos princípios. 

Nos vv. 28 e 29 nós vemos os resultados da atitude de fidelidade dos jovens Hebreus é motivo de ânimo e forças para permanecermos sempre do lado de Deus.

E. G. White, Educação, 57 diz: “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem e nem se vendam;  homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” 

O crente deve temer a Deus e se desviar sempre do mal, pois esta é a maior  necessidade do mundo, de homens, mulheres, jovens, crianças, meninos e meninas “que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.”

 

Morrer como mártir é mil vezes preferível do que contaminar-se com a idolatria, a apostasia e o mundanismo.

O mesmo que livrou os jovens hebreus da morte de maneira milagrosa, pode livrá-lo e fazer de você um vencedor. Experimente ser fiel a Deus e você verá que vale a pena.


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Sobre Weleson Fernandes

Evangelista da Igreja Adventista do sétimo dia, analista financeiro, formado em gestão financeira, pós graduado em controladoria de finanças, graduado em Teologia para Evangelistas pela Universidade Adventista de São Paulo. Autor de livros e de artigos, colunista no Blog Sétimo dia, Jovens Adventista. Tem participado como palestrante em seminários e em Conferências de evangelismo. Casado com Shirlene, é pai de três filhos.

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