164 – A Realidade da Morte

ASSUNTO: Mortalidade da alma.

OBJETIVO: Levar a igreja a entende a doutrina da morte

TESE:  A morte é semelhante ao sono

TEXTO: Eclesiastes 9:5

INTRODUÇÃO:

Uma das descobertas mais desagradáveis da infância é quando uma criança percebe que ela vai ter que morrer um dia. Esse quadro agravasse ainda mais quando o ser humano em seu estado adulto não consegue realizar-se profissionalmente ou atingir seus sonhos isso na vida emocional coisas como casar ou ter filhos etc… O fato é, se a faixa etária de vida hoje é de setenta e cinco a oitenta anos quem chega aos quarentas sem construir família ou ter pelo menos um  emprego, percebe que chegou na metade e a única coisa certa que ele tem em sua vida agora é a morte. 

As pessoas que não tem um relacionamento pessoal com Deus limitam-se a pensar na morte como um fator definitivo.E não como um sono provisório ocorrido entre o almoço e o trabalho, porém o esse é um tema muito mais profundo do que muita gente pensa. A morte não é o fim. 

 

O homem foi feito para viver eternamente. Morte significa “Separação”; separação entre fôlego divino e o corpo. O corpo vai para a sepultura; e o fôlego para Deus que o deu: Porem o presente momento causa a diferença de onde vamos estar depois dela por ocasião da segunda vinda de cristo teremos uma vida eterna lá no céu ou uma morte definitiva.

 

I. A MORTE REALIDADE FÍSICA

1-Uma morte que causa separação ao homem

a) A morte física também é uma separação. Quando o corpo está separado do espírito, ele está morto (Tiago 2:26). Eclesiastes 12:7 nos diz que isto é o que acontece no fim da vida física: “O pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu”. 

b) Para o cristão, as ESCRITURAS SAGRADAS são a maior autoridade em matéria de religião. E isso é afirmado, mantido e sustentado por JESUS CRISTO e Seus seguidores, em várias partes. (Veja-se João 5:39; Lucas 16:17; Mateus 22:29; Romanos 1:16; 1 Tessalonicense 2:13). Logo, para esclarecer as dúvidas com respeito à MORTE, ninguém melhor do que o próprio Criador para falar!…

c) JESUS, quando Lázaro morreu, disse que ele estava dormindo (João 11:11-13). E este mesmo conceito foi ensinado por Paulo, o apóstolo dos gentios, na sua Primeira Epístola aos Tessalonicenses, capítulo 4, verso 13, onde diz: “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança.”

Em sono profundo está-se inteiramente inconsciente; o tempo passa sem se sentir; e as funções mentais, que estão ativas quando se tem consciência, ficam suspensas.

d) Outra idéia que a Bíblia transmite, é que quando a pessoa morre, ela deixa de ter qualquer emoção, sentimento, ação ou coisa parecida. Eclesiastes 9:5 e 6 afirmam o seguinte: “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisas nenhuma, nem tão pouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.”

II. A MORTE REALIDADE ESPIRITUAL

1-Uma morte que causa separação de Deus

a) Sabendo  que a morte é uma separação. Podemos entender este fato claramente, considerando como a Bíblia descreve a morte espiritual. Comecemos no livro de Gênesis, onde encontramos pela primeira vez o conceito de morte. 

b) Quando Deus disse a Adão que não comesse da árvore do conhecimento do bem e do mal, ele revelou que a conseqüência da desobediência seria a morte no mesmo dia do pecado (Gênesis 2:17). Com certeza, Deus cumpriu sua promessa sobre a conseqüência do pecado, porque ele sempre fala a verdade e nunca quebra uma promessa. Por causa do pecado do casal original, Deus expulsou-os do Jardim do Éden (Gênesis 3:23-24). Mesmo tendo Adão vivido, em seu corpo físico, por 930 anos, ele e sua esposa morreram no dia de seu pecado, no sentido de que eles foram separados de Deus. A morte espiritual é a separação de Deus. 

c) O caso de Adão e Eva nos ajuda a entender que é possível está fisicamente vivo, enquanto morto espiritualmente (veja Efésios 2:1-6, por exemplo). A razão para esta morte espiritual esta separação de Deus é sempre a mesma. Separamo-nos de Deus pelo nosso próprio pecado (Isaías 59:1-2).

III. A MORTE A SAÍDA DIVINA

1- O ato de misericórdia de Deus

a) O ser humano precisa preparar-se para entrar na eternidade. O profeta Amós escreveu “prepara-te para te encontrares com o teu Deus” (Amós 4:12). Após a morte, teremos um inevitável encontro com Deus. Ele há de pedir conta da nossa vida aqui (Eclesiastes 3:15). Você está preparado para encontrar-se com Deus? Sua religiosidade não poderá esconder seus pecados. Tampouco suas boas obras negarão o fato de seus pecados cometidos contra Deus. Deus aprecia aquilo que é bom, mas também julga o pecado, pois, ele é santo e justo.

b) A Bíblia afirma que não. A profeta Isaías, capítulo 38, versos 18 e 19 esclarecem este assunto da seguinte forma: “A sepultura [e o seu ocupante] não te pode louvar; nem a morte glorificar-Te; não esperam, em Tua fidelidade os que descem `a cova. Os vivos, somente os vivos, esses Te louvam como hoje eu o faço.”

O salmista também sustenta esse mesmo ensinamento, quando escreve: “Os mortos não louvam o senhor; nem os que descem à região do silêncio”(Salmo 115:17).

Alguém deseja saber o que significam os vocábulos “espírito” e “alma”…

A palavra “espírito” (em hebraico é RUACH, e em grego é PNEUMA) significa, na Bíblia, “fôlego”, “respiração”; “vida”; “faculdades morais”; “caráter”, “pensamento”, “sentimento”; “ânimo”, “energia”; “hálito vital”, etc.

Por sua vez, “alma” (do hebraico NEPHESH, e do grego PSYCHE) é traduzida na Bíblia por: pessoa, corpo, vida, coração, ser.

CONCLUSÃO:

Cristo é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, e tirando pecado tira a morte Ele diz eu vim para que tenham vida e vida em abundancia Ele é a estrela da manhã de cada alma 

Através de Sua morte Ele satisfez a Lei de Deus, quebrada pelo pecado. Aqui há um argumento poderoso para aqueles que não aceitam a lei. Se a lei de Deus pudesse ser deixada de lado, Cristo não precisava ter morrido para satisfazer à lei de Deus quebrada pelo pecado. Gálatas 3:13, Salmo 46:6-8 

Ele, pela Sua obediência até a morte, engrandeceu a lei de Deus. Isaias 40:19-21, Lucas 16:17 

Jesus estava dizendo é que, se alguém almeja a salvação eterna junto com Ele, no reino do Pai, terá de morrer para a sua própria vida ou para os seus próprios valores, porque estes não levam ninguém ao Pai. Na volta de Cristo à esta terra é que será conferida a imortalidade aos que pela graça de Deus se tornarem dignos dela. O Salvador voltará com poder e glória, para buscar o Seu povo. “E se eu for, e vos preparar lugar, voltarei e vos recebereis para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também.” João 14:3 

Quando Jesus aparecer nas nuvens dos céus, Ele fará ressurgir os mortos que dormiram no Senhor. Aqui nesta terra, mesmo os que recebem a Cristo no coração continuam sujeitos à morte. Mas esta morte não será eterna. Ela é um estado transitório. “Quem crê em mim” disse Jesus, ainda que morra viverá.” João 11:25

Ao erguer o Seu povo do túmulo, no dia final, o divino Salvador lhes conferirá imortalidade.

Ele dará vida imortal a todos os remidos, aos que provaram a morte e foram ressuscitados, e aos que estiverem vivos naquele dia. 

Descendo ao nível do homem e dando a Sua vida em expiação pelas transgressões do homem, Cristo proveu cura para a doença que traz a morte eterna, a doença do pecado. Cristo salva do pecado e dá-nos vida, vida imortal.

APELO: 

Aceite o que ele comprou com o Seu próprio sangue. A Vida Eterna. Aceite hoje o Salvador Jesus Cristo. “Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no Seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida, aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida.” I João 5:11-12


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Sobre Weleson Fernandes

Evangelista da Igreja Adventista do sétimo dia, analista financeiro, formado em gestão financeira, pós graduado em controladoria de finanças, graduado em Teologia para Evangelistas pela Universidade Adventista de São Paulo. Autor de livros e de artigos, colunista no Blog Sétimo dia, Jovens Adventista. Tem participado como palestrante em seminários e em Conferências de evangelismo. Casado com Shirlene, é pai de três filhos.

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