128 – Oração Eficaz

ASSUNTO: Oração.

OBJETIVO: Levar a igreja a ter uma compreensão dos ensinos de Jesus, referentes à oração.

TEXTO: Mt 6:5-15 .

TESE: Há recomendações de Cristo sobre a oração.

INTRODUÇÃO:

Como orar? Esta é a indagação de muitos. No sermão da montanha encontramos o Filho de Deus pregando sobre a oração, que é a respiração da alma.

 

I. A Maneira de Orar (vv. 5-7).

 

1) O sentimento (v. 5).

A. Sem hipocrisia.

B. Não para ser visto.

“Na oração, é melhor ter um coração sem palavras do que ter palavras sem um coração”.

2) O local (v. 6).

A. Quarto e porta fechados (intimamente).

B. “O segredo da oração é a oração em secreto” – D. L. Moody

3) As palavras (v. 7).

A. Não usar vãs repetições (atitude dos gentios).

B. Não falar muito.

“Oração é falar com Deus. Não apenas um falar mecânico, sem emoção, sem reverência, sem gratidão; no entanto, um falar aberto, franco, uma conversa através da qual se entra em intimidade com Deus”.

II. Oração Modelo.

1) Introdução (v. 9).

A. Pai nosso – Jesus toma esse conceito tornando-o parte essencial da fé no NT.

B. Santificado seja – Pede-se que Deus mesmo manifeste a Sua santidade e poder entre os homens, de maneira que todos O conheçam como Deus.

2) Sete petições (vv. 10-13)

A. As três primeiras se referem a Deus (o Teu nome, o Teu reino, a Tua vontade).

B. As outras quatro se referem aos homens, com forma e sentido comunitários.

Pedidos: perdão, pão (alimento), livrar das tentações, livrar do mal. “As três primeiras petições da oração dominical estão centralizadas em Deus; as outras quatro, em nossas necessidades” – George A. Bultrick.

ILUSTRAÇÃO:

Durante  a ocupação das Filipinas, um capelão trouxe um carregamento de remédios para os prisioneiros da Ilha do Corregedor. Descobriu-se o feito e prenderam o clérigo. Um dia, um soldado desferiu-lhe um golpe com a ponta de um rifle, ferindo-o na nuca. Para recuperar-se, o capelão foi obrigado a passar 15 horas por dia em uma posição desconfortável.

Em sua agonia, começou a fazer a oração dominical. Mas quando chegou às palavras “perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores”, ele parou. Poderia ele perdoar alguém que lhe tinha sido tão cruel, e que havia negado auxílio médico àqueles que tanto precisavam?

Depois de uma longa luta interior, ele finalmente disse: “Sim”. Quando chegou a esta conclusão, seu coração encheu-se de paz e não teve dificuldades em terminar a oração dominical.

CONCLUSÃO:

Muitos têm orado erradamente. Porém, Cristo nos ensina como orarmos.

Quantos querem, de hoje em diante, orar corretamente, segundo a orientação de Jesus?


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Sobre Weleson Fernandes

Evangelista da Igreja Adventista do sétimo dia, analista financeiro, formado em gestão financeira, pós graduado em controladoria de finanças, graduado em Teologia para Evangelistas pela Universidade Adventista de São Paulo. Autor de livros e de artigos, colunista no Blog Sétimo dia, Jovens Adventista. Tem participado como palestrante em seminários e em Conferências de evangelismo. Casado com Shirlene, é pai de três filhos.

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