A Recriação da Terra

Nem tudo está perdido. Há esperança para nosso planeta.

O que tempos atrás, parecia exagero de fanáticos religiosos, atualmente é unanimidade entre governantes, cientistas e observadores: a Terra está ameaçada de destruição. Temos presenciado terremotos, tornados, tufões e outras calamidades naturais. Em 2005, o furacão Katrina, com ventos de mais de 280 quilômetros, devastou a região litorânea sul dos Estados Unidos, causando a evasão de mais de um milhão de pessoas e cerca de mil mortes.

Em 2006, Etiópia, Quênia e Somália sofreram a pior seca dos últimos anos. As consequências foram dramáticas para cerca de 1,2 milhão de crianças que, já bastante desnutridas, foram acometidas por várias doenças. Um mês depois, centenas de pessoas morreram vítimas de enchentes e tempestades resultantes da passagem do tufão Bilis, na China provocando mais de 80 mil mortes, e deixando de 300 mil feridos e milhares de desabrigados.

O que se percebe é que grande parte dessa crise é consequência de padrões básicos do comportamento humano, isto é, somos responsáveis pelo desequilibrio ecológico existente hoje. A todo instante, a Terra é bombardeada com poluição ambiental, sonora, desmatamentos, gases nocivos, experiências físicas e químicas que degradam cada vez mais o ambiente tão indispensável à vida.

A natureza é sábia, abundante e também paciente. Porém, insistentemente agredida, ela reage à ação predadora do homem a quem, segundo o relato bíblico da criação, foi dada a responsabilidade de preservá-la: “Então, o Senhor Deus pôs o homem no jardim do éden, para cuidar dele…” (Gênesis 2:15). Contudo, impulsionado pelo egoísmo, o homem se desviou do projeto original e o resultado é o que se vê.

Certamente é nosso dever buscar soluções para o problema da degradação ambiental, tendo em mente o que escreveu um chefe indígena ao presidente dos Estados Unidos, em 1854, sobre esse tema: “O homem não teceu a teia da vida; ele é simplesmente um fio nessa teia. Tudo o que ele fizer à teia, ele faz a si mesmo.” Porém, ao mesmo tempo, necessitamos olhar com fé e esperança o tempo futuro em que Deus restaurará todas as coisas à perfeição originalmente concebida.

A intensificação de tragédias naturais indica que nos aproximamos rapidamente desse tempo. O apóstolo João previu o dia em que o Criador fará um acerto de contas com “os que destroem a Terra” (Apocalipse 11:18). E, de acordo com as palavras do apóstolo Pedro, “o Dia do Senhor chegará como um ladrão. Naquele dia, os céus vão desaparecer com um barulho espantoso, e tudo o que há no universo será queimado. A Terra e tudo o que existe nela vão sumir. Porém, Deus prometeu, e nós estamos esperando um novo céu e uma nova Terra” (2Pedro 3:10-13)

Assim, nem tudo está perdido. Não precisamos temer o futuro, pois Deus ainda está no controle. Somos apenas instrumentos através dos quais Ele cumpre Seus propósitos. Não percamos a esperança. Logo se cumprirá a predição feita pelo apóstolo João: “Então vi um novo céu e uma nova Terra. O primeiro céu e a primeira Terra desapareceram, e o mar sumiu…Agora, a morada de Deus está entre os seres humanos!…Ele enxugará dos olhos deles todas as lágrimas. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor. As coisas velhas já passaram” (Apocalipse 21:1,3,4)

Texto extraído da Revista Vida e Saúde.

Sobre Weleson Fernandes

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Escritor & Evangelista da União Central Brasileira

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